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Cratera rara que forma cerro no RS foi formada por meteorito

Cerro do Jarau, localizado no município gaúcho de Quaraí    
Pesquisadores do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp confirmaram que a origem geológica do Cerro do Jarau, localizado no município gaúcho de Quaraí, na fronteira entre o Brasil e o Uruguai, é meteorítica. Os pesquisadores, que estudam a cratera desde 2007, estão buscando material rochoso com características próprias para datação geocronológica, o que eventualmente poderá fornecer informações mais precisas sobre a época do impacto do meteorito.

"Com base na idade das rochas mais jovens afetadas pelo impacto, podemos dizer que o impacto ocorreu há várias dezenas ou até uma centena de milhões de anos", diz o pesquisador Álvaro Crósta, que atualmente coordena uma equipe composta por vários especialistas internacionais.

Thiago Lacerda interpreta '007 brasileiro' em defesa da Amazônia

"Segurança Nacional" mostra um Brasil poderoso          
Estreia em 7 de maio um filme que coloca a Amazônia no centro de uma história à la James Bond. Um dos atores convidados, o mexicano Joaquín Cosio, chegou a interpretar um personagem secundário em "Quantum of Solace", de 2008, último longa sobre o agente secreto mais famoso do mundo.

Agora, em "Segurança Nacional", dirigido pelo cineasta Roberto Carminati, Cosio faz o papel do terrorista e narcotraficante (fictício) Hector Gasca, que planeja destruir o quartel general do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) em Manaus. O vilão, no entanto, é desmascarado pelo melhor funcionário da Agência Brasileira de Inteligência (Abin): o agente Marcos Rocha, interpretado por Thiago Lacerda.

Da ficção para realidade, Vasco Valentino conta seu cotidiano “verde”

                                                   
Uma rotina regrada em papeis na ficção e uma mentalidade focada na economia de papeis na realidade, assim é o dia a dia do ator Vasco Valentino, que interpreta o personagem Amaro na novela das seis “Cama de Gato”.
Em entrevista exclusiva para Revista Ecoturismo & Sustentabilidade o ator relatou sua preocupação em preservar o meio ambiente. “Sou somente mais uma pessoa no mundo, procuro agir de forma que minhas atitudes não agridam o espaço dos outros”, afirmou Vasco Valentino.

O ator disse que todos os dias quando a vai à banca de jornal pede ao jornaleiro que não coloque o que compra em sacolas.“É uma a menos para poluir”, brincou.
Os textos que recebe para encenar na novela são todos lidos na própria tela do computador, nada de imprimi-los, e as folhas de papel sulfite sobre a escrivaninha são quase todas de papel reciclado.

Imagem mostra vulcões vizinhos em erupção na Rússia

Em uma imagem obtida por satélite e divulgada pela Agência Espacial Americana (Nasa) dos Estados Unidos, dois vulcões russos vizinhos são mostrados entrando em erupção ao mesmo tempo. Por mais surpreendente que a foto possa parecer, as erupções simultâneas dos vulcões Klyuchevskaya e Bezymianny, localizados na península de Kamchatka, nordeste da Rússia, não são assim tão chocantes, de acordo com o geólogo James Quick, da Universidade Metodista do Sul, no Texas.

"Os vulcões na região da península de Kamchatka são muito ativos, e por isso não há nada de incomum em que mais de um deles esteja em erupção ao mesmo tempo", disse Quick.

Na verdade, a estreita proximidade entre os dois vulcões eleva, e não reduz, a probabilidade de que venham a entrar em erupção de maneira uníssona, de acordo com o pesquisador americano.

Ombudsman da Revista Ecoturismo & Sustentabilidade - Aquele que representa

Hawston Pedrosa
Twitter: @hawston
joninhas17 - @hawston Ombudsma, quÊquêilsom? Esta foi a reação de um querido amigo pelo Twitter quando me anunciei como o novo Ombudsman da Revista Online Ecoturismo e Sustentabilidade, graças ao convite dos editores do periódico.

Ombudsman é um nome feio. Mas para Caio Túlio Costa, primeiro ombudsman da Folha de São Paulo, traduziu o termo como “aquele que representa”. Ou seja, a função é de analisar de forma crítica a revista e aproximar a opinião dos leitores ao conteúdo publicado.

Pesquisadora aponta aspectos ecológicos nos ensinamentos de Buda

Joy A. Palmer, diretora do Centro de Pesquisas sobre Estudos e Consciência do Meio Ambiente da Universidade de Durham e vice-reitora adjunta da mesma instituição, revela que há traços marcantes de preocupação ambiental no budismo.

A afirmação, que pode parecer inusitada para alguns, não surpreendeu os budistas. Segundo Thich Nhat Hanh, mestre zen vietnamita e autor de "Cultivando a Mente de Amor", "A noção do homem ser mais importante que outras espécies é uma noção errada. Ele [Buda] sabia que, cuidando das árvores, estamos cuidando dos homens."

Carnaval da Alemanha tenta manter tradição em Colônia

O carnaval renano, que viveu nesta segunda-feira o seu apogeu em Colônia (oeste da Alemanha), é apenas uma sombra do que foi, devido ao mar de fantasias importadas da Ásia que estrangulam a tradição regional.

Preparados com esmero, os cem carros com suntuosas decorações do desfile desta segunda-feira das Rosas e seus 10.200 participantes fantasiados contrastam com os espectadores, poucos usando trajes feitos artesanalmente.

Ano do Tigre dá esperanças aos protetores de animais

O início do Ano do Tigre chinês, neste domingo, vem ao encontro das esperanças dos ambientalistas e defensores dos animais, que lançaram uma campanha de mobilização em massa na Ásia, onde vivem os últimos espécimes desse felino em liberdade.

Por outro lado, os defensores dos animais também temem que eles sejam caçados ilegalmente nos próximos meses devido à celebração da data.

Artista britânico faz telas com material obsoleto eletrônico

Ecoturismo & Sustentabilidade

O artista plástico britânico Nick Gentry descobriu um novo uso para antigos objetos para armazenamento de dados, como disquetes, fitas de vídeo e fitas cassetes.

Em suas telas, Gentry usa esses objetos para construir faces imaginárias e identidades que podem ter ligação com informações pessoais armazenadas nos disquetes.

Toda empresa deveria saber o poder do jornalismo

Não, não estou pregando uma enxurrada de matérias pagas e jogando na lata do lixo o jornalismo investigativo, de interesse público, a favor da sociedade, não é isso.

Noblat escreveu no livro “A arte de fazer um jornal diário”, que os meios de comunicação são empresas como outras quaisquer, ou seja, tem gastos, funcionários, etc. É pura verdade, os jornais precisam sobreviver. Super herói com casa, comida e roupa lavada sem ganhar dinheiro só tem na ficção.

Parceria (empresa X jornal) é uma ótima via de mão dupla, o empresário que percebe isso só tem a evoluir. É obsoleta a empresa em pleno século XXI que não tenha um setor de comunicação, uma assessoria de imprensa ou no mínimo auxílio de um consultor da área.

Assim como tem que haver alguém para administrar as finanças, tem que haver alguém para cuidar do relacionamento com a imprensa, para ver o que de noticioso ela tem a mostrar a sociedade, um profissional para treinar os demais funcionários que poderão servir de fonte para os repórteres, sugerir pautas e é claro, sempre manter proximidade com os veículos de comunicação.

Não se trata de “comprar” os jornais e sim de saber que eles são tão fundamentais para o desenvolvimento quanto os produtos ou serviços prestados.

Os meios de comunicação existem porque há um público sedento por informação a todo instante, logo consumidores, que estão interessados em saber o que a responsável pelo produto ou serviço que utilizam no dia a dia faz para o bem coletivo, por exemplo.

Hoje as atitudes das empresas falam por si tanto quanto a qualidade de sua produção.

Não é à toa que as faculdades de administração oferecem na grade acadêmica a disciplina de Comunicação Empresarial, mesmo sendo superficial devido ao tempo do curso, a disciplina tem o objetivo que despertar no profissional a necessidade da empresa em se comunicar com seus clientes.

A concorrência voraz faz valer o velho ditado que diz que o mundo é dos espertos. E esperto é aquele que descobre o poder da comunicação e muda a forma de agir, passa a pensar no consumidor não só como uma fonte de lucro.

Já percebeu quantos desastres naturais teve esse ano? O que sua empresa fez para ajudar alguma vítima? Você não tem nada a ver com isso?

Lembre-se do velho ditado: “não basta existir, tem que participar”. Se você tem uma empresa, por mais modesta que seja, comece a pensar o que ela faz de bem para meio em que está inserida.

Ajudar ao próximo também é ajudar a si, o consumidor gosta de receber a notícia que o produto que consome tem responsabilidade social. Mas para ele saber isso é preciso duas coisas: 1º) Agir, fazer. 2º) Imprensa para divulgar.

Pense nisso.

Já que o artigo está recheado de ditados populares, nada melhor que terminar com um trecho de uma música de Zé Ramalho.

“Se em terra de cego quem tem um olho é rei, imagina quem tem os dois.”

Laércio Guidio

Namorados britânicos são presos em Dubai por sexo fora do casamento

Ecoturismo & Sustentabilidade

A polícia de Dubai deteve nesta terça-feira um casal de namorados britânico por ter relações sexuais fora do casamento. A prisão ocorreu depois que o casal denunciou um suposto estupro à polícia.

É o segundo caso em menos de um ano em que britânicos são detidos por manter relações sexuais sem se casar nos Emirados Árabes Unidos, país muçulmano que atrai turistas do mundo todo.

A mulher, de 23 anos, e seu namorado britânico, de 44, estavam de férias em Dubai quando denunciaram à polícia que ela teria sido estuprada por um garçom sírio no banheiro do hotel. As informações foram divulgadas pelo vice-chefe de polícia Khamis al Muzinah

"Não encontramos nenhuma prova de que algo tenha acontecido no banheiro", disse Muzinah.

Segundo as investigações, a mulher teria ficado muito embriagada e um bartender a teria ajudado a ir até o banheiro, onde duas funcionárias estavam presentes. Segundo Muzinah, ela vomitou várias vezes e dormiu em uma cadeira antes de ser levada, por uma das funcionárias, de volta para o local onde estava o namorado.

Durante interrogatório, ela disse à polícia que estava hospedada no mesmo quarto que o namorado, e que mantinha relações sexuais com ele, fazendo com que ambos fossem presos.

"Eles foram indiciados por manter relações sexuais fora do casamento", disse Muzinah, dizendo que o caso foi encaminhado à promotoria, que deve decidir o destino do casal.

Ambos foram soltos pouco depois da detenção. Em 2008, outro casal britânico escapou por pouco da cadeia depois de ser condenado por fazer sexo fora do casamento, e por fazê-lo em público em uma praia de Dubai.

Eles foram condenados a três meses de prisão seguidos de deportação, mas conseguiram escapar da prisão após apelar da sentença.

Alerta
O site na internet da embaixada britânica nos Emirados Árabes Unidos alerta os turistas a respeito das possíveis consequências de manter relações sexuais fora do casamento no país.

"O sexo fora do casamento é ilegal em Dubai e pode levar à prisão", diz o site.

"Nós podemos confirmar a prisão de dois cidadãos britânicos em Dubai em 1º de janeiro. A embaixada em Dubai está oferecendo assistência consular", disse o porta-voz Simon Goldsmith à Reuters.

Muzinah negou os relatos da mídia de que o casal estaria sendo tratado com maior rigidez por ser muçulmano, mas disse que o casamento os ajudaria.

"Muçulmano ou não, esta não é a questão. O erro é o mesmo para todos, temos uma lei contra isso", disse ele. "Se eles se casarem, a corte pode abandonar o caso", acrescentou.

Folha de São Paulo

Revista Ecoturismo & Sustentabilidade - Edição 4 - Edição Especial

Resolvemos fazer uma edição especial sobre a COP-15 devido a grande magnitude do evento que está ocorrendo em Copenhague, na Dinamarca. Representantes de todos os países se reuniram lá para decidir o futuro da humanidade sem se darem conta da importância deste encontro. Para lê-la, clique na imagem!!

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Copenhague marcará uma nova linha na história do mundo, assim como o Pacto de Varsóvia mudou o mundo para sempre, a COP-15 também mudará. A questão é, se ele será lembrado como o acordo que dividiu o mundo em dois (capitalistas ao lado dos EUA e os socialistas ao lado da URSS) ou um Protocolo de Kyoto que tentou, dentro das limitações da época, fazer um acordo climático?

Nesta edição traremos matérias que mostram como o mundo pode caminhar, sem grandes solavancos na economia e na vida das pessoas de uma forma mais sustentável. Começamos com um dicionário que explicará os termos usados nestes tempos de COP-15, termos como REED, mitigação, carbono equivalente e vários outras palavras que temos ouvindo constantemente.

A vida sustentável é possível não só na cidade com toda a tecnologia que temos, mas também no campo. Cada vez mais as plantações tem preocupações em serem ecologicamente corretas, como por exemplo com a adubação verde. Já Cubatão, no litoral de São Paulo, dá o exemplo de que a sustentabilidade pode e deve ser adotadas em todas as épocas do ano. A cidade utilizou 20 mil garrafas PET para montar a decoração natalidade.

Já em Itú, no interior de São Paulo, um pesqueiro mostra como é possível economizar energia aliada ao turismo. Neste caso, a sustentabilidade deu a eles um novo negócio: o turismo sustentável.

Aquecimento Global, mudanças climáticas, como isso pode mudar nossa vida? Que efeitos que de fato vão causar mais problemas para o nosso país, isso você pode ler na matéria de Hawston Pedrosa.

Já Carlos Freire nos conta o que os armadores de navios estão fazendo para se enquadrarem no mundo verde? Se para você barco a vela era coisa do passado, agora eles estão inventando navio a velas!

E como é final de ano e época de férias escolares, não poderíamos deixar de dar mais uma dica de viagem aos nossos leitores. Vamos viajar junto com a Família Muller por Guarapari, no Espirito Santo.

Ecoturismo & Sustentabilidade

Museu 'sem paredes' começa a ser construído em Curuçá, no Pará


Um museu com paredes de ar e teto de nuvens. A ideia nasceu na França, mas parece ter sido feita sob medida para o Brasil. O ecomuseu é um espaço a céu aberto, onde as belezas da natureza estão expostas para visitação pública.

Em 2007, foi “construído” o Ecomuseu da Amazônia, o primeiro da região Norte. Localizado em Belém, no Pará, sua área abrange o distrito de Icoaraci, estendendo-se até a região das ilhas Caratateua/Outeiro, Cotijuba e Mosqueiro. A ideia é que esse espaço se amplie gradualmente, a partir da identificação da riqueza histórica e cultural de outras comunidades.

No Ecomuseu da Amazônia, os moradores da capital paraense participam de atividades de lazer, além de oficinas, onde aprendem a fazer cerâmica, ecojoias e papel reciclado. Tudo é feito ao ar livre. Os interessados em conhecer o trabalho da comunidade e as belezas naturais do município podem visitar os espaços urbanos e rurais onde são realizadas as atividades. Nesses locais, profissionais ou membros da comunidade servem como guias para os visitantes.

“No museu clássico, você tem um prédio, uma coleção e um público. Já no ecomuseu, você tem um território aberto, o patrimônio cultural e natural e as comunidades. As comunidades são o principal público do ecomuseu, porque elas interagem e participam de sua criação”, diz Maria Terezinha Resende, educadora ambiental, responsável pela implantação do Ecomuseu da Amazônia.

O sucesso dessa iniciativa deu origem ao planejamento de um novo museu sem paredes, no norte do país: o Ecomuseu do Mangue, localizado na cidade paraense de Curuçá, a 130 quilômetros de Belém.

No momento, uma equipe formada por diversos profissionais, entre eles turismólogos, artesões e educadores ambientais, trabalha junto às comunidades da região, a fim de descobrir suas potencialidades. A princípio, eles identificam quem são as lideranças da comunidade. Em seguida, é feito um trabalho conjunto para compreender a realidade daquela região e encontrar formas de preservar sua memória.

Os ecomuseus do Mangue e da Amazônia também têm o objetivo de buscar a geração de renda, por meio de projetos sustentáveis.

“Esse tipo de museu traz um grande benefício para as comunidades, porque valorizamos suas identidades culturais e contribuímos para sua educação e desenvolvimento”, diz Maria Terezinha.

As pessoas envolvidas também são conscientizadas a respeito da questão ambiental e aprendem, por exemplo, a importância de manter as praias limpas. Ou seja, ao mesmo tempo em que os projetos sociais do ecomuseu contribuem para o bem-estar da comunidade, a comunidade ajuda a conservar as belezas desse espaço natural. É um museu ao ar livre que tem estradas de mão dupla.

Globo Amazônia

São Thomé das Letras: a Macchu Picchu brasileira acessível a todos os bolsos






São Thomé das Letras: a Macchu Picchu brasileira acessível a todos os bolsos
Ao sul de Minas Gerais na estrada Real, está a cidade turística de São Thomé das Letras, visitada frequentemente por mochileiros , músicos e artesãos de todo Brasil, chega a ser comparada com Macchu Picchu no Peru, devido a grande quantidade de pedras e o mesmo clima místico que atrai o público interessado em buscar a paz e a harmonia.

Cercada pelas serras mineira, com suas ruas e muitas construções feitas totalmente de pedras, o município que é rodeado de pedreiras é uma mescla harmoniosa de rusticidade, natureza e alto astral que transmitem ao visitante bem estar interior.

São Thomé das Letras assim como a cidade Inca peruana que foi eleita uma das 7 maravilhas do mundo moderno, “respira” turismo, várias pessoas com o mesmo intuito de resgatar a paz interior procuram São Thomé das Letras, como exemplifica o cidadão ilustre do município e musico famoso em todo país, Ventania, quando diz que o município é pura energia positiva emanada pelas serras.

Sentado em um banco de carro numa espécie de ante-sala de sua casa, Ventania que conversava com alguns amigos, contou que há 8 anos mora na cidade e que sempre fica deslumbrado com tudo que presencia.

Sobre as serras que contornam a paisagem no sul de Minas, comentou: “A região alta sempre teve grande poder desde a época de Jesus, não é a toa que toda vez que Cristo ia falar com o Pai ele subia nas montanhas.”. Talvez vem daí a explicação por tanta gente visitar São Thomé das Letras, uma vez que subir até o Cruzeiro ou até a Pirâmide é um culto de contemplação da natureza. Nesses locais de entrada gratuita, assim como a visitação de todos pontos turísticos naturais do local, os visitantes ficam numa região acima das árvores e das nuvens, tendo uma visão ampla e privilegiada, preenchida pelo verde das matas e a vista do ápice de várias árvores.


Para todos que buscam reflexão, ouvir boas histórias, fazer novas amizades e encontrar a paz espiritual, São Thomé é o destino indicado, com seus povo nativo receptivos a cidade está repleta de histórias e lendas; o artesanato e a musicalidade dominam todo ambiente, é uma terra de artistas, a cada passo uma nova arte se revela, até as ruas são feitas de forma artesanal, formadas por pedras de diversos tamanhos unidas uma a uma, simbolizando a união facilmente perceptível na população presente no local.

Espalhado por todo município estão feiras de artesanatos e hippies de todas as partes do país, que se locomovem para expor seus trabalhos na cidade de pedras brasileira, descrita pelo musico conhecido como Tchuck como sendo um local de fazer amizades sinceras.

“Aqui é um pelo outro, se por acaso alguém ficar sem vender sua arte, outro artista irá ajudá-lo”, afirmou. Vendendo seu segundo CD o cantor e compositor que abandonou Guarulhos-SP, para fazer parte do patrimônio vivo cultural que enriquece o cenário e aquece o turismo local, Tchuck como gosta de ser chamado, contou já ter vendido mais de dois mil CDs e revelou que após morar 6 anos na cidade que é ponto de encontro dos artistas e admiradores e natureza não pensa em morar em outro local. “Eu era de uma cidade chamada Guarulhos, mas hoje tenho orgulho de dizer que sou de São Thomé das Letras.”

Difícil a incumbência de ousar enumerar e mencionar os pontos turísticos de um lugar que cada esquina é uma atração única , cheio de restaurantes, barzinhos e diversos lugares para se divertir, a cidade rodeada de pedreiras, faz desta matéria prima desde parte de decoração dos ambientes a toda estrutura da turística da igreja de pedras.

São Thomé das Letras está envolta de crenças e misticismo, aberta a todos os povos e religiões a cidade das lendas urbanas não descrimina ninguém. Com seus munícipes e visitantes de fácil comunicação logo se cria um intercambio cultural e um vinculo de amizade e sintonia que comprova a frase uníssona de que além de ostentar o privilegiado de estar numa região favorecida pela natureza, São Thomé das Letras é um local saudável e propicio para novas amizades, ao estilo simples e natural do povo mineiro.

A cidade de pedras, que muitos afirmam já ter sido visitada diversas vezes por objetos voadores não identificados, além de ser muito barata para os turistas é uma boa recordação de que é possível se maravilhar com a forma mais comum de aproveitar a vida: permitindo-se.

Boas dicas:
- Onde ficar de forma econômica:
Camping e Pousada Resende – Rua: Capitão João de Deus, 36 – Fone: (35) 3237-1230 / 9911-0426
- O que visitar:
Pirâmide; Cruzeiro; Cachoeiras; Ladeira do Amendoim; Gruta do Carimbado (diz a lenda que sai em Macchu Picchu); Morros para pontos de escaladas.
- Paradas obrigatórias;
Bar do Dois (o bar mais badalado da cidade, aos pés do Cruzeiro); Restaurante Rock Bar Aldeia; Mini Shopping. Artesanato e música ao vivo estão presentes em todos os pontos da cidade.

Laércio Guidio e Joel P. Martins

Desmate fez civilização nazca desaparecer do atual Peru, diz pesquisa


A imagem só pode ser definida como surreal: um tronco maciço de árvore, que deve ter levado séculos para atingir seu tamanho derradeiro, morto e abandonado na desolação do deserto costeiro do sul do Peru. Para uma equipe internacional de pesquisadores, a árvore é a prova de um crime ambiental pré-colombiano --um dos principais indícios de como a cultura nazca destruiu as bases de sua própria subsistência.

O grupo liderado pelos arqueólogos David Beresford-Jones, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), e Susana Arce Torres, do Museu Regional de Ica (Peru), baseia a hipótese numa análise da vegetação e da dinâmica do solo no baixo vale do rio Ica, um dos desertos mais secos do mundo, com precipitação média de apenas 0,3 milímetro por ano.

Apesar da aridez, argumentam os pesquisadores, a região era habitável graças aos bosques milenares de árvores do gênero Prosopis (algarobeiras), conhecidos como "huarangales" entre os peruanos.

Os "hurangales" seriam a chave para manter rios e canais estáveis, com água disponível para uso humano e agrícola. Sem eles, a população nazca, famosa por desenhar no solo os gigantescos geoglifos que ainda podem ser vistos por quem sobrevoa o deserto costeiro do Peru, teria ficado vulnerável a um El Niño catastrófico.

Civilização destruída
O choque climático finalmente destruiu essa civilização por volta do ano 600 da Era Cristã. "O que nós estamos dizendo é que a mudança climática é apenas a causa imediata, e não a causa inicial, dessas mudanças", afirmou Beresford-Jones à Folha.

Os dados para afirmar isso vêm de uma área de 50 hectares na bacia de Samaca, hoje totalmente despida de vegetação. No entanto, escavações revelaram 54 troncos de algarobeira, erodidos pelo vento que hoje varre a área.

Em artigo na revista científica "Latin American Antiquity", o grupo conseguiu mostrar que há uma sucessão mais ou menos clara na vegetação de Samaca, que pode ser acompanhada nas camadas de pólen depositadas no sítio arqueológico.

Na parte mais funda, mais de 70% do pólen é de algarobeira, que formava uma espécie de mata ciliar seca. Há também sementes de coca e goiaba, provavelmente plantadas em conjunto com as árvores nativas.

Depois, o que predomina é o pólen de algodão e de milho, junto com o de ervas daninhas que aparecem quando a salinidade do solo aumenta --sinais, respectivamente, de agricultura intensiva e problemas com o uso da água. Finalmente, apenas o pólen dessas plantas aparece --coincidindo com a fase do colapso da cultura Nazca.

Para os arqueólogos, a derrubada das algarobeiras, que possuem um sistema de raízes profundo e grande capacidade de fertilizar o solo com nitrogênio, abriu as porteiras para o desastre. Quando intactas, as raízes das plantas teriam ajudado a deter a erosão e manter os canais de irrigação dos nazcas rasos e cheios de meandros, o que facilitava a distribuição de água no território.

Sem elas, o precioso líquido teria ficado cada vez mais inacessível, até que enchentes associadas ao grande El Niño teriam destruído de vez o sistema de canais.

"Certamente o crescimento populacional seria o fator óbvio capaz de levar o sistema a um ponto de não-retorno", diz Beresford-Jones. No entanto, ele diz que também é preciso levar em conta o surgimento de centros urbanos no altiplano do Peru, cuja influência se expandiu para a costa.

"Isso pode ter forçado a conversão excessiva de terras para a agricultura, visando mercados distantes, forçada por gente que não entendia as condições biofísicas da área", argumenta o britânico.

"Sonhando"
Apesar dos dados em favor do modelo, ainda deve demorar para que outros arqueólogos o aceitem. Giuseppe Orefici, do Centro Italiano de Estudos e Pesquisas Pré-Colombianas, é incisivo: "Não creio que esse senhor tenha alguma vez vindo a Nazca, onde trabalho faz 27 anos. Mas conseguiu achar um tema importante e na moda para fazer as pessoas sonharem".

Orefici concorda que, para produzir as vastas quantidades de cerâmica nazca achadas até hoje, foi preciso derrubar "uns 400 quilômetros quadrados" de mata, mas adverte: "Isso aconteceu ao longo de quase mil anos, e é irrelevante em termos de impacto ambiental".

O arqueólogo italiano, que trabalha no centro cerimonial de Cahuachi, diz que esse sítio importante foi destruído pela combinação de um El Niño portentoso com um grande terremoto, e afirma que o povo nazca tinha conhecimento técnico suficiente para "controlar de forma sábia" seu suprimento de água por meio de uma rede de aquedutos.

Beresford-Jones diz não se abalar com a ideia de que a pesquisa segue um modismo ambiental. "Certamente a nossa pesquisa é estimulada, em parte, pelo que vemos como sua relevância moderna. Não vamos pedir desculpas por causa disso." O arqueólogo diz temer que o mesmo destino dos centros nazcas sobrevenha à derrubada das poucas algarobeiras que sobraram nas regiões do sul do Peru que só foram ocupadas no século 20.

Reinaldo José Lopes
Folha de S. Paulo

Xangai cria campanha "antipijama" para a Expo2010

Ecoturismo & Sustentabilidade

As autoridades de Xangai estão tentando convencer a população local a deixar de sair à rua de pijama, numa campanha destinada a "civilizar" a imagem da cidade durante a Expo2010.

"Não andem de pijamas em público, Sejam civilizados", é a palavra de ordem da administração municipal.

A campanha, lançada há alguns meses, tornou-se mais insistente com a aproximação da Expo2010, o maior evento internacional organizado pela China depois dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Mais de 200 países e organizações internacionais, entre os quais Portugal, já confirmaram sua participação na feira, que acontecerá de 1º de maio a 31 de outubro de 2010, sob o lema "Melhor Cidade, Melhor Qualidade de Vida".

Uma equipe de 500 voluntários foi constituída em julho para o sucesso da campanha, mas a missão não parece fácil.

Mesmo nas ruas adjacentes às grandes artérias comerciais, em pleno centro de Xangai, muitos homens e mulheres saem de casa em pijama, para fazer compras na mercearia do bairro, jogar as cartas ou simplesmente conversar com um vizinho.

Em uma pesquisa on-line realizada no início do verão, 58% dos participantes consideraram "prático" ou "normal" andar de pijama na rua.

"Isto é o que distingue Xangai de outras cidades. Faz parte da identidade da cidade", disse uma colunista da edição local da "Vogue", Lin Jian, ao jornal "Global Times".

Outros profissionais sustentam, pelo contrário, que andar de pijama em público é "uma falta de respeito" e "não reflete a essência da cidade".

Sair à rua de pijama, afirmou um funcionário municipal citado pelo "Global Times", "contraria os padrões internacionais de convívio social".

Xangai --a maior e mais cosmopolita cidade chinesa, com quase 20 milhões de habitantes--, é a capital econômica da China e o "berço da modernização" do país, desde há cerca de um século.

O cinema chinês, a grande indústria e o próprio Partido Comunista Chinês, no poder há 60 anos, nasceram na cidade.

A campanha antipijamas em Xangai é idêntica à que foi lançada em Pequim por ocasião dos Jogos Olímpicos contra o hábito popular de sair à rua com o tronco nu nas noites quentes de Verão.

Dez vezes maior que a Expo1998, em Lisboa, a Expo2010 ocupará uma área de 528 hectares ao longo das duas margens do Huangpu, o rio que atravessa Xangai.

Os organizadores esperam cerca de 70 milhões de visitantes, 3,5% dos quais estrangeiros, sobretudo japoneses e sul-coreanos.

Antônio Caeiro
da Lusa, em Pequim

Hildesheim abriga patrimônios mundiais e valiosos monumentos

Ecoturismo & Sustentabilidade

Como outras pequenas cidades alemãs, Hildesheim tem que conviver com o preconceito de ser monótona. No entanto, além de dois patrimônios mundiais da Unesco, ela abriga diversos monumentos valiosos.

Quem por acaso roubar uma maça, em Hildesheim, não terá vida fácil. Porque logo vem um duende sentar-se no ombro e sussurrar algo que deixa a pessoa com peso na consciência. Foi pelo menos isso que aconteceu ao ladrão de uma maça, eternizado em bronze pelo escultor Roeder, da cidade de Dresden, no seu monumento Huckup, situado em uma via de pedestres.

Legado dos imperadores otonianos
O Huckup não é o único monumento em Hildesheim. A cidade está cheia de lugares memoráveis e patrimônios culturais. Em primeiro lugar, vêm evidentemente os dois patrimônios mundiais da Unesco: a Catedral e a Igreja St. Michael. Essa construção do inicio da época românica é um legado dos imperadores otonianos. Seu teto de madeira pintado, do século 13, mostra a árvore genealógica de Jesus. As duas igrejas foram destruídas na Segunda Guerra Mundial e reconstruídas entre 1950 e 1960.

Se fosse pelos moradores de Hildesheim, a praça central também seria declarada patrimônio mundial. Eles a consideram a mais bonita do planeta e, sem dúvidas, ali se encontra uma das mais belas casas em enxaimel do mundo. A Knochenhaueramtshaus ou casa da guilda dos açougueiros, construída em 1529, é realmente notável. Foi destruída na Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, reconstruída em seu estado original. Nos andares superiores, está localizado o Museu da Cidade com uma mostra permanente sobre a história de Hildesheim.

Hildesheim, a cidade dos museus
Os habitantes de Hildesheim não se orgulham somente da sua praça histórica, mas também dos seus museus. Dois deles são, de fato, excepcionais: o Museu da Catedral e o Museu Roemer Pelizaeus. No primeiro, pode-se admirar uma das maiores coleções europeias de arte sacra medieval. Ele abriga obras de arte da Alta Idade Média que fazem parte do patrimônio mundial.

O Museu Roemer Pelizaeus é conhecido até fora das fronteiras da Alemanha. Além das famosas exposições permanentes sobre o Egito e Peru antigos, acontecem sempre mostras especiais que atraem visitantes da Alemanha inteira para a cidade.

Um bispado antigo
No início era o clero. As origens de Hildesheim, todavia, não podem ser explicadas tão facilmente. Já em 815, o imperador Luís, o Piedoso, filho de Carlos Magno, mandou construir na elevação onde se situa a Catedral uma igreja para Nossa Senhora. Ao redor do santuário, assentaram-se operários e comerciantes que logo desenvolveram um forte sentimento de cidadania.

Em 1217, já havia uma câmara municipal. Por volta de 1300, o magistrado episcopal da cidade foi submetido à jurisdição civil e, no século 14, os cidadãos elaboraram uma constituição democrática. Dessa forma, Hildesheim não é apenas uma diocese católica, mas também um lugar que muito tem a ver com a vida secular.

Deutsche Welle
Revisão: Carlos Albuquerque

Dependence Day

Ecoturismo & Sustentabilidade

Seria cômico, se não fosse lamentável, ver mais de 1 milhão de brasileiros comemorando o 7 de Setembro em plena Nova Iorque. Este ano foram mais de 1,5 milhão de pessoas, em sua maioria brasileiros na Avenida 6 (esquina das ruas 42 e 46). Em primeiro lugar, comemorar o quê? Que independência o Brasil tem? É uma hipocrisia falar em independência, afinal o País é totalmente dependente dos EUA e da Europa, tanto comercialmente, quanto politicamente. O Brasil trocou Portugal pelos Estados Unidos.

Mas o que soa mais cômico na história é comemorar o Dia da Independência justamente no país que mais explora e domina o Brasil. E ainda por cima, no centro do poder econômico deles, a cidade de Nova Iorque.

Que pessoas são essas, que na dificuldade fogem de sua terra e se auto-exílam? Claro, há trabalhadores que não tiveram escolha e foram para fora enviados pelas empresas onde trabalham, provavelmente por sua competência. Mas a imensa maioria fugiu do Brasil em busca de algo melhor.

Já pensou se, quando os americanos tiveram as primeiras dificuldades, ainda na conquista do Oeste, tivessem desistido e ido para a Europa? Com certeza, os EUA jamais seriam o que são hoje.

Se quem sai do Brasil se diz brasileiro, por que não lutou em prol do País? Para muitos, aqui a corrupção domina, o tráfico comanda e os policiais são corruptos. Para todas essas mazelas ocorrerem, porém, é preciso que os corruptos sejam eleitos, que se faça vistas grossas ao tráfico e que se corrompa os policiais.

E para concluir a besteira de se comemorar o Dia da Independência na casa dos nossos senhores, ainda é eleita a Musa do Brazilian Day. Se a imagem das mulheres brasileiras no exterior é a pior possível, só tende a piorar com atitudes assim.

Pode-se comemorar, no máximo, o Dependence Day. Afinal, os brasileiros nunca souberam o que é ser independente. Não satisfeitos com as festas em Nova Iorque, os organizadores do evento este ano realizaram esta mesma comemoração em outras capitais, como Toronto, Tóquio, Londres e Luanda (Angola). Qualquer dia, o presidente da República vai passar o 7 de Setembro no exterior.

Google fecha acordo para imprimir livros

Ecoturismo & Sustentabilidade

O Google fez um acordo com a On Demand Books que permite a impressão em formato de livro e por US$ 8 dos 2 milhões de títulos que foram digitalizados nos últimos anos pela empresa de tecnologia.

Esses títulos, que já estão sob domínio público, serão impressos em máquinas que prometem deixar prontos em menos de cinco minutos livros com até 300 páginas.

"A missão do Google é tornar o mundo dos livros mais acessível", disse a porta-voz Jennie Johnson. Pelo acordo, o Google e a On Demand Books devem ficar com US$ 1 cada um por livro. O varejista que tiver a máquina de impressão da On Demand Books ficará com US$ 3 -os outros US$ 3 servirão para cobrir os custos trabalhistas e com material.

Até agora, porém, existem pouco mais de dez locais no mundo que têm essas máquinas, a maioria delas em universidades e bibliotecas.

A aliança ocorre às vésperas de o governo dos EUA anunciar sua avaliação sobre acordo do Google com autores para distribuição de cópias digitais de trabalhos.

Folha de São Paulo

Dependence Day

Ecoturismo & Sustentabilidade


Seria cômico, se não fosse lamentável, ver mais de 1 milhão de brasileiros comemorando o 7 de Setembro em plena Nova Iorque. Este ano foram mais de 1,5 milhão de pessoas, em sua maioria brasileiros na Avenida 6 (esquina das ruas 42 e 46). Em primeiro lugar, comemorar o quê? Que independência o Brasil tem? É uma hipocrisia falar em independência, afinal o País é totalmente dependente dos EUA e da Europa, tanto comercialmente, quanto politicamente. O Brasil trocou Portugal pelos Estados Unidos.

Mas o que soa mais cômico na história é comemorar o Dia da Independência justamente no país que mais explora e domina o Brasil. E ainda por cima, no centro do poder econômico deles, a cidade de Nova Iorque.

Que pessoas são essas, que na dificuldade fogem de sua terra e se auto-exíilam? Claro, há trabalhadores que não tiveram escolha e foram para fora enviados pelas empresas onde trabalham, provavelmente por sua competência. Mas a imensa maioria fugiu do Brasil em busca de algo melhor.

Já pensou se, quando os americanos tiveram as primeiras dificuldades, ainda na conquista do Oeste, tivessem desistido e ido para a Europa? Com certeza, os EUA jamais seriam o que são hoje.

Se quem sai do Brasil se diz brasileiro, por que não lutou em prol do País? Para muitos, aqui a corrupção domina, o tráfico comanda e os policiais são corruptos. Para todas essas mazelas ocorrerem, porém, é preciso que os corruptos sejam eleitos, que se faça vistas grossas ao tráfico e que se corrompa os policiais.

E para concluir a besteira de se comemorar o Dia da Independência na casa dos nossos senhores, ainda é eleita a Musa do Brazilian Day. Se a imagem das mulheres brasileiras no exterior é a pior possível, só tende a piorar com atitudes assim.

Pode-se comemorar, no máximo, o Dependence Day. Afinal, os brasileiros nunca souberam o que é ser independente. Não satisfeitos com as festas em Nova Iorque, os organizadores do evento este ano realizaram esta mesma comemoração em outras capitais, como Toronto, Tóquio, Londres e Luanda (Angola). Qualquer dia, o presidente da República vai passar o 7 de Setembro no exterior.